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Madeira da Amazônia: Salles vira réu em suspeita de organização criminosa

Após virar réu em ação penal decorrente da Operação Akuanduba, o ex-ministro do Meio Ambiente do governo Jair Bolsonaro (PL) e deputado federal Ricardo Salles (PL-SP) acusou o Ministério Público Federal (MPF) de se antecipar à conclusão do relatório final da investigação da Polícia Federal.

Madeira da Amazônia: Salles vira réu em suspeita de organização criminosa 1

De acordo com Salles, ele seria isento das acusações de crimes de organização criminosa para facilitar contrabando de madeira via exportação ilegal, bem como de advocacia administrativa e por dificultar fiscalização ambiental.

A denúncia foi aceita nesta segunda-feira (28), pela Justiça Federal de Belém. As informações são do Diário do Poder.

Conforme o Diário, Salles tem certeza de que a denúncia não passa de uma falácia a ser demonstrada pela seriedade e imparcialidade do Judiciário.

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Ele acusa procuradores do MPF de contrariar conclusões do delegado do caso, Alexandre Almeida Ferreira, cujo relatório parcial da PF reconhecia muitas questões que o deputado afirma serem capazes de o isentar de quaisquer crimes.

Assim como inocentaria os coronéis da Polícia Militar de São Paulo que também denunciados por auxiliá-lo no Ministério.

“O MPF não esperou sequer o relatório final da PF, que ouviu testemunhas, coletou provas, etc. Ainda ignorou o conteúdo do relatório parcial, e ainda fez uma denúncia vazia, cheia de suposições e interpretações”, reagiu Salles.

Leia mais no Diário do Poder.

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