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Estudo: Ômicron é cepa que sobrevive por mais tempo em plástico e pele

Pesquisadores da Universidade de Medicina da Prefeitura de Kyoto, no Japão, encontraram evidências de que a variante Ômicron sobrevive por mais tempo na pele humana e em superfícies plásticas do que as versões anteriores do novo coronavírus.

Os dados do estudo foram publicados na plataforma bioRxiv, na última quarta-feira (19/1). Eles ainda precisam passar pela revisão de pares antes de serem publicados em uma revista científica.

Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Detectada pela primeira vez na África do Sul, a variante Ômicron foi classificada pela OMS como de preocupação

Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Isso porque a alteração apresenta cerca de 50 mutações, mais do que as outras variantes identificadas até o momento

Na imagem colorida, um homem está posicionado à esquerda. Ele espirra
Na imagem colorida, uma pessoa de azul coloca um cotonete na boca de um idoso sentado

No Brasil, 32 casos foram registrados, segundo balanço divulgado no fim de dezembro pelo Ministério da Saúde

Na imagem colorida, uma pessoa está sentada enquanto alguem aplica injeção em seu braço

Por conta da capacidade de disseminação da variante, a OMS orienta que pessoas se vacinem com todas as doses necessárias, utilizem corretamente máscaras de proteção e mantenham as mãos higienizadas

Na imagem colorida, uma mulher olha pela janela. Ela está em pé e usa mascara

A entidade ressalta ainda a importância de evitar aglomerações e recomenda que se prefiram ambientes bem ventilados

Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Detectada pela primeira vez na África do Sul, a variante Ômicron foi classificada pela OMS como de preocupação

Testes feitos em laboratório, em condições adequadas para estudo, mostraram que a Ômicron pode permanecer ativa no plástico por até 193,5 horas, ou seja, aproximadamente, oito dias.

Os tempos médios de sobrevivência da cepa original encontrada em Wuhan e das variantes Alpha, Beta, Gamma e Delta são 56 horas, 191,3 horas, 156,6 horas, 59,3 horas e 114 horas, respectivamente.

Nas amostras de pele de cadáveres usadas na pesquisa, o tempo médio de sobrevivência do vírus foi menor, mas ainda supera as variantes mais antigas.

Estudo: Ômicron é cepa que sobrevive por mais tempo em plástico e pele 1

Enquanto a Ômicron sobrevive por 21,1 horas, os tempos de atividade da versão original, Alpha, Beta, Gamma e Delta são de: 8,6 horas, 19,6 horas, 19,1, 11 horas, e 16,8 horas, respectivamente.

Os cientistas apontaram que todas variantes são completamente inativadas após 15 segundos de exposição a desinfetantes à base de álcool, comprovando que a higiene correta das mãos ainda protege contra a infecção.

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