Lideranças do PT juram de pés juntos que ainda não há nenhum debate interno sobre uma possível divisão ministerial em caso de vitória de Lula nas eleições presidenciais deste ano, mas admitem que já há nomes descartados previamente.
Um deles seria o da ex-presidente Dilma Rousseff. A petista, que ocupou a Casa Civil no governo Lula, não deve retornar para um terceiro mandato do ex-presidente. Em especial, por causa da alta rejeição popular no final de seu governo, que terminou após ela sofrer impeachment.
Ao ser vice de Lula, o ex-governador pode ganhar ainda mais projeção política, que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026

Após 15 anos em que concorreram como rivais nas eleições presidenciais, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022

Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos


Após derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula


Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva


O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista


A aliança dos políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República


O tucano pode, também, agregar mais votos de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país


De acordo com pesquisa realizada em setembro pelo Datafolha, Alckmim estava na liderança para o governo paulista


A aliança entre os políticos ainda não foi oficializada. O acerto depende de um acordo sobre qual partido o ex-governador se filiaria


Ao ser vice de Lula, o ex-governador pode ganhar ainda mais projeção política, que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026




