A Rússia fez ameaças ao Reino Unido por apoiar a Ucrânia na guerra. Em comunicado divulgado neste sábado (5/3) pelo Ministério das Relações Exteriores, o governo de Vladimir Putin afirma que o país “não esquecerá o desejo da Grã-Bretanha de cooperar com as forças ultranacionalistas na Ucrânia e o fornecimento de armas britânicas ao regime de Kiev“.
No texto, a porta-voz Maria Zakharova mostra que Putin está insatisfeito com as escolhas do primeiro-ministro inglês, Boris Johnson. “A histeria das sanções na qual Londres desempenha um dos papéis principais, se não o principal, não nos deixa escolha a não ser tomar medidas de retaliação proporcionalmente duras. Londres fez uma escolha final de confronto aberto com a Rússia”.

A invasão russa da Ucrânia ocorreu na madrugada de 24 de fevereiro, horário de Brasília. Logo em seguida, as sirenes da capital Kiev começaram a tocar. O som foi o primeiro alerta de um possível ataque aéreo na região

Após sucessivos bombardeios, o país tenta, junto da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), negociar um cessar-fogo


Tanques militares russos e veículos blindados avançaram em Donetsk, Ucrânia, região que teve a independência russa reconhecida nos últimos dias


As autoridades de segurança ucranianas garantem que há combates em quase todo o território e que os confrontos militares são intensos. Segundo o governo ucraniano, já passam de 200 os ataques russos ao país


Os militares da Ucrânia afirmaram que destruíram quatro tanques russos em uma estrada perto da cidade de Kharkiv, no leste do país, e mataram 50 soldados dos inimigos na região de Luhansk


A imprensa russa informou que membros de uma milícia em Donetsk, uma das regiões separatistas da Ucrânia, estão prontos para apoiar a invasão


Segundo a agência de notícias Reuters, militares ucranianos afirmam ter abatido cinco aviões russos, além de um helicóptero, na região de Luhansk, um dos dois territórios separatistas da Ucrânia


Diante do ataque russo, cidadãos ucranianos deixaram as suas casas, localizadas em zonas de conflito, e recorreram aos trens


Pessoas também esperam ônibus em rodoviária na tentativa de deixar Kiev, capital da Ucrânia


Habitantes de Kiev deixaram a cidade após ataques de mísseis pré-ofensivos das forças armadas russas e da Bielorrússia


Dois soldados russos foram levados como prisioneiros pela Ucrânia após a operação militar da Rússia


Estrutura ficou danificada após ataque de mísseis em Kiev


Um foguete foi registrado dentro de um apartamento após bombardeio de tropas russas em Piatykhatky, Kharkiv, nordeste da UcrâniaF


Ao redor do mundo, várias pessoas se manifestam contra o ataque russo à Ucrânia. “Pare a guerra”, escreveu mulher em cartaz durante manifestação em frente ao Portão de Brandemburgo, na Alemanha


A quantidade de aeronaves na base da Força Aérea dos EUA, na Alemanha, aumentou significativamente após os ataques russos à Ucrânia














