Ainda sem completar um ano de Corinthians desde seu retorno, Willian já teve que ir duas vezes à Polícia denunciar ameaças sofridas: a primeira depois da derrota do Timão para o Always Ready, na altitude da Bolívia, e a segunda na última quarta-feira.
Tais situações em tão pouco tempo criaram um sentimento de insegurança na família do jogador. Mas apesar deste contexto, conforme apurado pelo ge, alguns fatores mantêm o meia-atacante no Timão.
Experiente, Willian imaginava o que poderia encontrar no futebol brasileiro quando decidiu voltar ao Corinthians, mas as ameaças, na visão de pessoas próximas ao jogador, passaram do ponto.
Mais notícias do Corinthians:
+ Maycon pode deixar Timão no meio do ano
+ Equipe indígena vai ganhar uniformes do Corinthians
Entendendo, porém, que essas ameaças são exceções entre a torcida do Corinthians, Willian também se apega ao lado corintiano forte que existe em sua família.
Revelado nas categorias de base do clube, o camisa 10 tem uma identificação grande com o Timão. Seu pai, Severino Silva, é torcedor fanático. A volta do filho para o Corinthians até o levou às lagrimas.
O lado família tem pesado, com o acolhimento e proximidade para um jogador que passou a vida na Europa. Além disso, o camisa 10 do Timão se sente bem e enturmado com outros líderes do elenco do Corinthians. O ambiente é bom e ajuda.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_bc8228b6673f488aa253bbcb03c80ec5/internal_photos/bs/2022/t/m/KUrS5rRDSaIgMX4eDIng/willian-2.jpg)
Willian treina finalizações no Corinthians — Foto: Ag. Corinthians
Willian, que saiu cedo do Brasil, também mantém a ideia de marcar seu nome no clube na volta ao futebol brasileiro.
Importante no time de Vítor Pereira, o camisa 10 convive com elogios e críticas. É cobrado por mais efetividade nos números. Marcou apenas um gol desde o retorno, por exemplo.
Enquanto isso, o atleta vai tomando as medidas cabíveis para punir os responsáveis pelas ameaças, e o Corinthians também. Na primeira vez, quando outros jogadores também foram insultados, o Timão chegou a fazer um protesto de “apagão” nas redes sociais e de entrevistas.



