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Gordura visceral pode agravar Covid, indica estudo da Unicamp e USP

São Paulo – Estudo realizado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e na Universidade de São Paulo (USP) mostraram que a gordura visceral, aquela que envolve os órgãos, pode agravar quadros de Covid-19.

Isso porque a carga viral do coronavírus aumenta mais em um adipócito, no caso, uma célula de gordura visceral, do que no tecido gorduroso que fica abaixo da pele, chamado popularmente de “pneuzinhos”.

Outro fator agravante é que, durante uma infecção, a célula de gordura visceral produz mais citocinas pró-inflamatórias, moléculas que avisam o sistema imunológico sobre ameaças que devem ser combatidas.

Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Desde o início da pandemia, dezenas de cepas da Covid-19 surgiram pelo mundo. No entanto, algumas chamam mais atenção de especialistas: as classificadas como de preocupação e as de interesseViktor Forgacs/ Unsplash

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Na imagem colorida, uma pessoa de azul coloca um cotonete na boca de um idoso sentado

De acordo com a OMS, variantes consideradas de preocupação são aquelas que possuem aumento da transmissibilidade e da virulência, mudança na apresentação clínica da doença ou diminuição da eficácia de vacinas e terapias disponíveisMorsa Images/ Getty Images

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Na imagem colorida, um homem está posicionado à esquerda. Ele espirra

Já as variantes de interesse apresentam mutações que alteram o fenótipo do vírus e, assim, causam transmissões comunitárias, detectadas em vários paísesPeter Dazeley/ Getty Images

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Na imagem colorida, uma mão segura um frasco com uma embalagem escrito ômicron

Apesar da alta taxa de transmissão, a Ômicron possui sintomas menos agressivos que o coronavírusGetty Images

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Na imagem colorida, uma pessoa de azul coloca um cotonete na boca de um idoso sentado

Em setembro de 2020, a variante Alfa foi identificada pela primeira vez no Reino Unido. Ela possui alta taxa de transmissão e já foi localizada em mais de 80 países. Apesar de ser considerada como de preocupação, as vacinas em uso são extremamente eficazes contra elaAline Massuca/Metrópoles

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Na imagem colorida, uma pessoa está deitada em uma maca de hospital e outra pessoa de azul está com as mãos no braço dela. Todos usam mascaras

Com mutações resistentes, a variante Beta também foi classificada como de preocupação pela OMS. Identificada pela primeira vez na África do Sul, ela possui alto poder de transmissão, consegue reinfectar pessoas que se recuperaram da Covid-19, incluindo já vacinadas, e está presente em mais de 90 paísesMorsa Images/ Getty Images

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Na ilustração colorida, vários vírus são representado

A variante Gama foi identificada pela primeira vez no Brasil e também é considerada de preocupação. Ela possui mais de 30 mutações e consegue escapar das respostas imunológicas induzidas por imunizantes. Apesar disso, estudos comprovam que vacinas disponíveis oferecem proteçãoNIAID/Flickr

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Na imagem colorida, frascos estão posicionados à esquerda e uma pessoa a direita. A pessoa está com uma das mãos sobre o pote e segura outros sobre uma luz em sua frente

A variante Delta era considerada a mais transmissível antes da Ômicron. Identificada pela primeira vez na Índia, essa variante está presente em mais de 80 países e é classificada pela OMS como de preocupação. Especialistas acreditam que a Delta pode causar sintomas mais severos do que as demaisFábio Vieira/Metrópoles

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Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Detectada pela primeira vez na África do Sul, a variante Ômicron também foi classificada pela OMS como de preocupação. Isso porque a alteração apresenta cerca de 50 mutações, número superior ao das demais variantes, é mais resistente às vacinas e se espalha facilidadeAndriy Onufriyenko/ Getty Images

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Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Classificada pela OMS como variante de interesse, a Mu foi identificada pela primeira vez na Colômbia e relatada em ao menos 40 países. Apesar de ter domínio baixo quando comparada às demais cepas, a Mu tem maior prevalência na Colômbia e no EquadorCallista Images/Getty Images

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Na imagem colorida, um frasco com ima agulha dentro e uma mão segurando o franco estão posicionados no centro. No fundo ha potes e outros frascos

Apesar de apresentar diversas mutações que a tornam mais transmissível, a variante Lambda é menos severa do que a Delta, e é classificada pela OMS como de interesse. Ela foi identificada pela primeira vez no PeruJosué Damacena/Fiocruz

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Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Localizada nos Estados Unidos, a variante Épsilon é considerada de interesse pela OMS. Isso porque a cepa possui a capacidade de comprometer tanto a proteção adquirida por meio de vacinas quanto a resistência adquirida por meio da infecção pelo vírusGetty Images

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Na imagem colorida, o prédio da Organização Mundial da Saúde está em foco principal

As variantes Zeta, identificada no Brasil; Teta, relatada nas Filipinas; Capa, localizada na índia; Lota, identificada nos Estados Unidos; e Eta não são mais consideradas de interesse pela OMS. Essas cepas fazem parte do grupo de variantes sob monitoramento, que apresentam risco menorGetty Images

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Na ilustração colorida, vários vírus são representado

Identificada pela primeira vez na França, a Deltacron combina características das mutações Delta e Ômicron. Segundo a diretora da OMS, Maria Van Kerkhove, ainda não há evidências de que a nova variante seja mais grave do que a Delta ou a Ômicron separadamente. Com dois casos identificados no Brasil, no início de março de 2022, a cepa também já foi encontrada em países da Europa e nos Estados UnidosGetty Images

Na ilustração colorida, vários vírus são representado
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